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Servidores da SUFRAMA decidem aderir à Paralisação Nacional no dia 10



Os servidores da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) decidiram nesta terça-feira (7), em Assembleia Extraordinária do SINDFRAMA, a adesão da categoria à Paralisação Nacional convocada pelas centrais sindicais no próximo dia 10, em protesto à reforma trabalhista e da previdência e contra as medidas tomadas pelo Governo Federal que prejudicam o servidor público. A decisão do Executivo de suspender o pagamento do reajuste dos servidores da SUFRAMA também motivou a paralisação na autarquia.

De acordo com o presidente do SINDFRAMA, Gilvânio Paiva, a paralisação acontecerá durante todo o dia 10, e o sindicato já planeja ações para manter a mobilização dos servidores. “Quem aderir a essa paralisação deverá vir à SUFRAMA normalmente, mas não realizará suas atividades e nem baterá o ponto. Nesse momento, de tantos ataques aos nossos direitos como trabalhador, precisamos estar vigilantes e unidos para lutar contra essas injustiças. O servidor público não é o culpado por essa pela qual passamos. Pelo contrário, somos parte da solução”.

Na Assembleia desta terça, Gilvânio apresentou para os servidores as principais ações do Governo Federal que impactam diretamente na vida dos servidores da SUFRAMA. Uma delas, inclusive, foi o documento enviado esta semana pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPOG) negando o pedido de mudança nas regras da Gratificação de Qualificação (QG) para os servidores da autarquia. Na proposta, apresentada pelo SINDFRAMA, o benefício seria ampliado para todos os servidores.

“Pela nossa proposta, todo servidor que estivesse apto a receber a GQ seria incluído automaticamente nesse benefício, como acontece em outros órgãos como INPI e INMETRO. Hoje, apenas 45% dos servidores da SUFRAMA com pós-graduação, mestrado ou doutorado são beneficiados, pois existe um número limitado e é necessário uma seleção. Além disso, nosso pedido também era no sentido de garantir que a GQ fosse paga a servidores de nível médio”, disse Paiva.

Fonte: http://www.sindframa.org